Direto da Redação

Por Basílio Carneiro: a crise tucana e um beco sem saída.

Publicado dia 10/11/2017 às 10h52min | Atualizado dia 10/11/2017 às 10h58min
Um golpe que teve consequências graves para os trabalhadores, mas não permitiu a afirmação dos que patrocinaram a quebra da democracia.

Golpista: Aloisyo Nunes, (PSDB), um dos comandantes do golpe, manda um recado óbvio. “Engana-se quem pensa que será carregado nos braços do povo por ter desembarcado do governo.

Ninguém se entende na cúpula maior. Nem cada um por si é capaz de dissociar do governo Temer. O carimbo de golpista vai ficar registrado nos livros de história Essa marca vai ficar no histórico da família de cada golpista.

Ta vendo Cássio? Não tem jeito! A crise entre os golpistas, antes, apenas interna, agora já se torna pública. A crise na PB, espelha os bastidores da tucanalha nacional. Muito provavelmente vão encolher e muito no congresso nas próximas eleições. O golpe desmantelou, da mídia golpista e toda vanguarda do golpe. 

Uns, que estão em fim de carreira, querem ficar no governo, já outros, por puro oportunismo, inclinam em um desligamento já, do governo, no sentido de não associar sua imagem ao governo ilegitimo que, os próprios, articularam, e são responsáveis direto, pelo desmantelamento do estado e a entrega de nossas riquezas ao capital internacional. A história vai ser implacável com os que atentaram contra a democracia. Na Paraíba, estado pobre, sofre muito mais as consequências do golpe. Impor uma derrota as oligarquias e os políticos golpistas, é uma tarefa de todos que não querem o retrocesso e o respeito as regras democráticas. 

Na Paraíba, nem mesmo entre a família, tem convergência, rumo a disputa eleitoral em 2018. 

Desgastado politicamente, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) tenta salvar sua reeleição, impondo, internamente no seu grupo, seus princípios autoritários, prática que tem rotulado sua trajetória política, desde 1986. Seu modus operandi, já não surte o efeito desejado, basta buscar as últimas eleições.

O deputado federal, Pedro Cunha Lima, estrategicamente, percebeu o contexto histórico e tenta impor uma dinâmica demócratica  no seu mandato, ao votar contra o presidente Temer, nas denúcias encaminhadas ao congresso. Muito pouco, para um jovem no primeiro mandato.

Tem votado em todos os projetos do governo. Acomanha 100% a agenda perversa do governo, desmantelando o erário, projetos e conquistas da classe trabalhadora.

Já os primos, Tovar Correia Lima e Briuno Cunha Lima (PSDB), mesmo como opositores ao governo do estado, não conseguem aparecer no cenário estadual, ja que carregam a imagem de golpista e defensor de um governo ilegítimo e usurpador.

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) primo e aliado do senador, tá fadado a encerrar sua carreira política, como prefeito de Campina Grande e, em nome do projeto maior, Leia-se, a reeleição de Cássio C. Lima, não tem grandes alternativas.

Caso o prefeito, ouse, compreendendo a atual conjuntura e, possa construir uma base, dentro do própio partido,, capaz de fazer o enfrentamento interno, rompendo com senador Cássio, optando por uma legenda que proprcione, muscultaura e visibilidade para uma disputa majóritaria, independente. As condições, Romero Rodrigues dispõe, basta ter habilidade para pactuar com o Partido Progressita. 

 

 

Fonte: Basílio Carneiro