Home Direto da Redação No mar da tranquilidade: João Azevêdo governa, dialoga e avança

No mar da tranquilidade: João Azevêdo governa, dialoga e avança

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“Tranquilidade” é o termo que melhor pode definir o governador João Azevêdo, quando o assunto é eleição para governador em 2022. Basta dar uma olhada nos arredores. Quem seria capaz de impor uma derrota a ele, fosse hoje a votação?

A resposta não é fácil. Basta dar outra olhada nos arredores. Quais são os adversários de João?
Listemos os potenciais Romero Rodrigues, Cássio Cunha Lima, Ricardo Coutinho e até Veneziano Vital do Rêgo, mesmo ainda na conta de aliado do governador.

Todos têm, como pontos favoráveis, folhas de serviços prestados à Paraíba, mas também têm seus revezes, assunto que não importa agora.

Não importa mesmo porque, nas condições atuais, o governador João Azevêdo não precisaria dos revezes dos adversários para emplacar sua reeleição.

O seu excelente desempenho, não só na gerência da pandemia, mas na condução do governo como um todo, o credencia para enfrentar qualquer dos grandes figurões da política paraibana na disputa por votos.

Não se pode esquecer que João consegue o feito enfrentando um governo central adversário e declaradamente inimigo, capaz não apenas de negar apoio, mas de engendrar tudo o que possa, para inviabilizar sua administração.

Diferentemente, por exemplo, dos seus três antecessores, que receberam as melhores atenções dos mandatários de plantão do governo federal, com direcionamento de parcerias nos mais variados convênios, entre obras e serviços. Ricardo, Maranhão e Cássio governaram em ‘céu de brigadeiro’ durante os governos petistas.

Quanto a João, salários em dia, obras e serviços relevantes em todos os recantos do estado, excelência na administração da crise sanitária, tudo isso, repito, sem o amparo do governo federal.

O governo de João Azevêdo marca presença em pontos sensíveis do organismo social, como demonstram os três exemplos a seguir:

O governo publicou recentemente edital de concurso público que prevê contratação de 1.400 vagas para a Polícia Civil. A corporação carece de gente nova, e a ação governamental (o concurso) tem vasto impacto: cria novas oportunidades de colocação para milhares de famílias e  otimiza o setor de segurança social.

O programa Paraíba que Acolhe concede um auxílio de R$ 500 a cada órfão da pandemia da covid-19. A ação, em conjunto com os demais governadores nordestinos tem um efeito político devastador, em um país que tem o governo central como principal agente negacionista da pandemia. Dispensável falar sobre o seu alcance social.

O estado da Paraíba alcançou a melhor nota do país no desempenho do ensino remoto, no contexto das limitações impostas pela pandemia. Essa contingência foi motivo de dores de cabeça até hoje incuráveis para estados mais ricos e tradicionalmente mais evoluídos em sistema educacional.

Os potenciais adversários estão, como todos os paraibanos, vendo e anotando tudo isso. Todos os políticos trabalham com pesquisas nas mãos. Eles sabem que não será fácil enfrentar um governador discreto, contido em alguns aspectos, mas operoso, trabalhador e sensível às causas mais sensíveis da população.

As oposições sabem o que devem fazer.
As oposições precisam fazer como João: trabalhar.

DiretodaRedação/BasílioCarneiro